Partir.
Partir é Andar.
Repartir.
Repartir é Dar.
Repetir...
Repetir e Mudar.
Seguir.
Seguir é Aprofundar.
Conseguir.
Conseguir é Ensinar.
Prosseguir...
Prosseguir e Esperançar.
Ter.
Ter é Voar.
Reter.
Reter é Estar.
Conter...
Conter e Compartilhar.
Tão imensos são eles. Os verbos falam pouco. Agem mais. Gosto deles, porque criam. São criativos neles mesmos. E o são desde o início. Aliás, eles foram o início porque estavam voltados para algo maior. Daí podermos bailar com eles. Num balé de complementações, conseguimos juntar uns com os outros e criar. Ter...conTer; Seguir...proSeguir; Partir...rePartir.
Tão fortes são eles, porque nada foi feito com a sua ausência. E tudo é cinza sem eles. Não tem cor e fica nulo. O vazio que nada produz, senão a angustia de nada ter. Mas, eis que estão ali. Porque brilham mesmo no cinza. E criam, porque são da luz. Nada é feito sem a sua presença.
Muito prazer, meu verbo é Ser!